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	<title>Fernanda Campos Brasil, Autor em Blog do GESUAS</title>
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		<title>As relações comunitárias e o trabalho do CRAS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernanda Campos Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Sep 2018 14:07:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Proteção Social Básica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><small> 5 minutos</small> Além de ofertar serviços e ações de proteção básica, o CRAS possui a função de gestão territorial da rede socioassistencial, promovendo a organização e a articulação das unidades a ele referenciadas e o gerenciamento dos processos nele envolvidos. Para que isto ocorra, é de fundamental importância que Poder Publico e Órgão Gestor da Política de Assistência Social mantenha fortificadas as relações comunitárias, uma vez que é a partir daí que será organizada e potencializada tal política publica. Neste texto, serão abordadas as principais ferramentas para que <a href="https://blog.gesuas.com.br/as-relacoes-comunitarias-e-o-trabalho-do-cras/" class="more-link"><span>Continue lendo</span>→</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="estimated-read-time">Tempo de leitura:<small> 5 minutos</small></p> <p>Além de ofertar serviços e ações de proteção básica, o <strong>CRAS</strong> possui a função de gestão territorial da rede socioassistencial, promovendo a organização e a articulação das unidades a ele referenciadas e o gerenciamento dos processos nele envolvidos. Para que isto ocorra, é de fundamental importância que Poder Publico e Órgão Gestor da Política de Assistência Social mantenha fortificadas as relações comunitárias, uma vez que é a partir daí que será organizada e potencializada tal política publica.</p>
<p>Neste texto, serão abordadas as principais ferramentas para que se efetivem estas relações, possibilitando o acesso da população aos serviços, programas, benefícios e projetos da assistência social.</p>
<hr />
<p style="text-align: center;">Leia também: <a href="http://blog.gesuas.com.br/desafios-na-coordenacao-do-cras/" target="_blank" rel="noopener">Quais são os desafios na coordenação do CRAS?</a></p>
<h2><strong>SUAS &#8211; Sistema Único de Assistência Social</strong></h2>
<p>O <strong>Sistema Único de Assistência Social</strong> (SUAS) é um sistema público que organiza os serviços de assistência social no Brasil. Com um modelo de gestão participativa, ele articula os esforços e os recursos dos três níveis de governo, isto é, municípios, estados e a União, para a execução e o financiamento da Política Nacional de <strong>Assistência Social</strong> (PNAS), envolvendo diretamente estruturas e marcos regulatórios nacionais, estaduais, municipais e do Distrito Federal.</p>
<p>Os serviços da <strong>Assistência Social</strong> estão divididos por tipos de necessidades, há aqueles voltados para <a href="http://blog.gesuas.com.br/protecao-social-basica-especial/" target="_blank" rel="noopener">prevenir determinadas situações e aqueles voltados para apoiar pessoas que tivera direitos violados</a>. As pessoas ou famílias podem ir até uma unidade (<strong>CRAS)</strong> por conta própria ou encaminhadas por recomendação de órgãos ou entidades. Há casos em que as equipes da <strong>assistência social</strong> vão até elas, nas ações de Busca Ativa.</p>
<p>É neste contexto que percebe-se a importância das relações comunitárias e articulação de rede, uma vez que identifica-se a existência de representação social relacional que aposta na parceria entre profissional, usuários e comunidade para possíveis processos de mudança social e política na vida destes sujeitos.</p>
<h2><strong>O CRAS &#8211; Centro de Referencia de Assistência Social:</strong></h2>
<p><strong>O Centro de Referência de Assistência Social</strong> (<strong>Cras</strong>) é a porta de entrada da Assistência Social. É um local público, localizado prioritariamente em áreas de maior vulnerabilidade social, onde são oferecidos os serviços de <strong>Assistência Social</strong>, com o objetivo de fortalecer a convivência com a família e com a comunidade.</p>
<p>A partir do adequado conhecimento do território, o <strong>Cras</strong> promove a organização e articulação das unidades da rede socioassistencial e de outras políticas. Assim, possibilita o acesso da população aos serviços, benefícios e projetos de assistência social, se tornando uma referência para a população local e para os serviços setoriais.</p>
<p>Para Marx,comunidade é um tipo de vida em sociedade “ onde todos são chamados pelo nome”. Esse “ser chamado pelo nome” significa uma vivencia em sociedade onde a pessoa, além de manter sua identidade e singularidade, tem possibilidade de participar, de dizer sua opinião, de manifestar se pensamento, de ser alguém.</p>
<p>Nesta perspectiva, o <a href="http://blog.gesuas.com.br/diferenca-oficinas/" target="_blank" rel="noopener">Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV)</a> busca potencializar grupos através de atividades artísticas, culturais, de lazer e esportivas, dentre outras, de acordo com a idade dos usuários.</p>
<p>Também é possível perceber uma forte presença das relações comunitárias no controle <strong>social,</strong> segundo o autor Calvi, que analisa o controle social caracterizando-o como não unívoco. Existe o <strong>controle social</strong> típico do capitalismo que é o controle do capital exercido pelo Estado sobre a sociedade, para controlar as classes subalternas e suas organizações, mas, há que se reconhecerem os processos desencadeados nas décadas de 1970 e 80 pelo movimento social no Brasil, ao qual chama de <strong>controle social</strong> democrático “[&#8230;] entendido como a possibilidade da sociedade civil organizada participar da formulação e fiscalização das políticas sociais, como acompanhar e fiscalizar as ações do Estado brasileiro em seus três níveis federados”.</p>
<p>Tal <strong>controle social</strong> compreende a participação do cidadão na gestão pública, na fiscalização, no monitoramento e no controle das ações da Administração Pública. Através dos conselhos os cidadãos não só participam do processo de tomada de decisões da Administração Pública, mas, também, do processo de fiscalização e de controle dos gastos públicos, bem como da avaliação dos resultados alcançados pela ação governamental.</p>
<p>De acordo com o autor Bravo,  o princípio da participação popular garantido na Constituição de 1988, que prevê duas instâncias de participação — os conselhos e as conferências — pretendem ampliar a democracia representativa para a democracia participativa, de base. Nas últimas décadas vêm sendo implementados, cada vez mais no Brasil, a participação e o <strong>controle social</strong>, através dos mecanismos tradicionais de democracia representativa: os Conselhos.</p>
<p>Os elos entre o Estado e a sociedade civil intensificam-se, com discussões e deliberações que buscam ampliar os serviços oferecidos através das políticas públicas, possibilitando o acesso de direitos à população.</p>
<h3><strong>Referência Bibliográfica</strong></h3>
<ul>
<li><strong>BRASIL. Constituição (1988</strong>). <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm">Constituição da República Federativa do Brasil</a>. Brasília, DF: Senado Federal: Centro Gráfico, 1988. 292 p.</li>
<li><strong>BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social</strong>. <a href="https://conteudo.gesuas.com.br/politica-nacional-de-assistencia-social">Política Nacional de Assistência Social<strong> –</strong>PNAS/2004</a>. Brasília, DF: MDS, 2009.</li>
<li><strong>BRASIL. Resolução CNAS n° 33,</strong> de 12 de dezembro de 2012. Aprova a <a href="https://conteudo.gesuas.com.br/nob">Norma Operacional Básica do Sistema Único da Assistência Social – NOB/SUAS</a>. Brasília, 03 jan. 2013. 41 p.</li>
<li><strong>Desafios da Gestão do SUAS nos Municípios e Estados –</strong> Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome &#8211; Volume 2 -2008;</li>
<li><strong>Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.</strong> Guia  Metodológico para construção de indicadores para o PPA. Brasília, 2009;</li>
<li>BRASIL. <strong>Caderno de Estudos do Curso em Conceitos e Instrumentos para o Monitoramento de Programas</strong>. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação e Secretaria Nacional de Assistência Social. Brasília: MDS, 2014;</li>
<li>CALVI, 2008, p.288.</li>
<li><strong>Orientações Técnicas: Centro de Referência de Assistência Social –</strong> CRAS/2009 &#8211;  Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.</li>
</ul>
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